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Com as linhas triangulares, inspirada no principio da engenharia de treliças, que dá forma ao quadro da sofisticada AstanBike, nasce o design da primeira bicicleta brasileira sustentável e ecológica, produzida da fibra de madeira de oiticica, criada em 2014 pelos designers capixabas, Guilherme Pella e Nícolas Rutzen. Um produto com conceito contemporâneo, inspirado no minimalismo atual e nas linhas orgânicas remetendo à formas naturais e à fibra.

A AstanBike “resgata a integração entre o homem e o meio ambiente. Além da grande beleza e inovação no design.” Afirma Guilherme Pella, CEO e sócio-diretor da marca.

A bicicleta é lançada num momento onde o consumidor pede, cada vez mais, por produtos ecológicos que estejam alinhados com design e funcionalidade. “Os produtos sustentáveis e reciclados não podem mais ter aquela aparência de lixo reaproveitado. Pelo contrário, a beleza está na utilização de produtos orgânicos e de reciclagem numa ambientação e design que passa por um lifestyle”, comenta Nicolas Rutzen, CPO responsável pela AstanBike.

A partir da escolha da madeira é feito todo o processo de preparação da fibra da madeira para o corte das peças em, como um grande quebra-cabeças, seguido pelo processo de revestimento da lâminas, utilizando resina de mamona vegetal, 60% menos tóxica em relação a resina epóxi e com uma maior poder de impregnação na madeira, potencializando a vida útil da estrutura, protegendo contra radiação solar e intempéries, razão da alta resistência do produto e sua estrutura de construção. O quadro oco permite a bicicleta leveza tanto em suas linhas de desenho quanto no aspecto físico, com peso total bruto entre 8 e 10 quilos contra os 15 a 18 quilos das tradicionais em alumínio. Mas a Astan não para e continua investindo em inovação e tecnologia. “Nosso desejo é chegar a uma Astan pesando de 3 a 7 quilos.” Afirma Guilherme.

Das sobras para produção dos quadros, as fibras são utilizadas pra produção dos descansos, pedais, acessórios e chaveiros com o desenho do quadro, gerando um aproveitamento cerca de 80 a 90% da sobra do corte. Guidões e garfos são laminas prensadas com angulação e ergonomia apropriadas para atender a resistência perfeita e confortabilidade do usuário.

Todo nosso processo se inicia na escolha dos matérias, como nosso caso é 90% madeira, pesquisamos bastante ao longo de um ano vários tipo de madeira, como mogno e bambu, que são utilizados na maior parte das bicicletas em fibras naturais no mundo. A escolha da Oiticica, madeira de lei utilizada na fabricação do produto, veio por diversas razões, dentre elas ser uma árvore abundante, não estando em extinção, além de ser uma madeira nativa do Brasil, mais
predominantemente no norte e nordeste do pais. Na sequencia selecionamos as madeireiras com selos e certificação. Todo processo é cuidado e pensado para proporcionar um controle qualificado da cadeia produtiva.

Para produção de cada Astan usamos menos que 1% de uma árvore. O que significa que uma árvore de oiticica tem capacidade para produzir 120 bicicletas. Ainda assim está nos planos da Astan criar um
programa de replantio de árvores de Oiticica. Para cada AstanBike vendida a empresa vai plantar uma árvore de oiticica. “Ao replantar uma nova árvore para cada bicicleta vendida, estamos falando em um fator de mais de 100 vezes de reflorestamento.” Destaca o designer Nicolas.

Design, Tecnologia, Sustentabilidade e Inovação é o que está na base do conceito e visão da AntanBike e seus criadores. É a concepção do futuro, resgatando
a integração entre o homem e o meio. “Engajamento e visão de futuro que corre no sangue de um Astaniano.” Diz no release da AstanBike

Para Guilherme, o design é algo vital para transformação social. “Vejo design em tudo, independente da crença que cada um tem, fomos de alguma forma moldados, como fruto de um design. Me impacta muito quando designers pelo mundo criam projetos que ajudam a superar problemas, para enchentes, falta de água ou campos de refugiados, por exemplo. O design não resolve apenas problemas de um produto físico mas se expande para todas as áreas da vida. Acredito que o design deveria ser ensinado nas escolas desde o ensino fundamental. Pois, entendo que isso ajudaria a esses indivíduos a se tornarem jovens e adolescentes com maior capacidade e potencial de resolver seus problemas, maior facilidade e habilidade instrucional, em qualquer esfera da sociedade.”

Enquanto falava da AstanBike inevitavelmente se reflete quanto a design, sustentabilidade e responsabilidade social. E a conversa com o Guilherme, CEO da Marca, só reforça a visão e o comprometimento da empresa. “Acredito que o peso que o design como agente social é enorme pois, pode ser um líder a frente desse campo. Design para mim é solução de problemas. Design é política e pode contribuir para mudanças sistêmicas nas cidades. Vejo o design como uma chave para um futuro agora porque ele tem a capacidade de unir interesses, disciplinas em um objetivo comum, multidisciplinar, um agregador com potencial para fazer um pacto para atrair uma nova era para o Brasil e o mundo de mudanças que podem impactar de fato na qualidade de vida das pessoas.”

A AstanBike já nasce moderna e certa do seu comprometimento. Enxergando que sua postura ética contribuir para economia criativa local e gerar automaticamente impactos sociais e econômicos reais para o seu estado. Como bem disse Guilherme “design no meu estado é como um diamante bruto a ser lapidado.”

A marca é o resultado de investimento, abnegação, resiliência, criatividade e inovação. Já é uma referência em no estado e, só isso, já uma super vitória. Estão inspirando jovens, estudantes de design a não enterrarem seus sonhos e projetos. Acreditando que o design tem o poder gigantesco de mudar as coisas.

A Astan só está a venda pela internet no momento. Aos amantes das bicicletas, do design, do estilo e da ecologia, a empresa está dando um desconto de lançamento de 20%, que pode ser encontrada em www.astan.co

Vida longa a AstanBike.

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Amigos, estamos procurando mais mentores voluntários para colaborar com o Projeto Design para Vida. Como todos nós sabemos estamos passando por um processo de grandes e complexas transformações no mundo. No Brasil temos desafios ainda mais complexos e desafiadores. Mas nós acreditamos no poder do trabalho, do conhecimento, do engajamento colaborativo em favor de contribuir para condições melhores de vida para as pessoas. O Projeto Design para Vida tem como propósito a gestão e o desenvolvimento de pessoas para, através do design, gerar impacto social positivo. Diante disso, considerando o cenário atual, o projeto precisa de mais colaboradores voluntários para fazer essa corrente do bem cada dia maior.

O que é necessário para você ser um colaborador voluntário? Vontade e disponibilidade para colabora e co-criar! Além de colaborar para construir um novo cenário para o Brasil você ainda pode ser remunerado pelos resultados da sua colaboração.

Clique em FAÇA PARTE e se integre a Rede Design para Vida.

 

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Copos de plástico convencionais derivados de petróleo são altamente convenientes, mas não são amigáveis ao meio ambiente. Depois de descartados, eles acabam nos aterros sanitários como a maioria dos materiais não recicláveis. Estima-se que 2,5 bilhões de copos descartáveis ​​são jogados fora a cada ano. As designers industriais Chelsea Briganti e Leigh Ann Tucker que se conheceram enquanto frequentavam a Parsons New School for Design, em Nova York acreditavam que tinha que haver uma maneira melhor para resolver esse grave problema do descarte dos copos plástico.

Como disse uma vez Platão: “A necessidade que é a mãe da invenção“, então as duas designers fizeram algo que ninguém tinha pensado, desenvolveram copos comestíveis em uma variedade de sabores como uma alternativa sustentável aos copos plásticos descartáveis e criaram uma marca chamada:

Chelsea e Leigh passaram mais de três anos desenvolvendo a receita do Loliware. Os copos são biodegradáveis, comestíveis e feitos de 6 ingredientes naturais entre eles ágar, gelatina é um derivado de algas marinhas. Os copos podem conter bebidas e sobremesas durante mais de 24 horas e tem um período de vida útil de três meses.

Imagine tomar seu café, cerveja gelada, suco, chá ou um delicioso sundae servido no copo Madagascar Vanilla, ou uma margarita em um copo Citrus! O Loliware é uma deliciosa alternativa para os copos descartáveis ​​destinados ao aterro sanitário. Eles se decompõe no solo em 60 dias e servem como adubo, mas se o copo acabar em um curso de água, ele vai simplesmente se dissolver! O Loliware é 100% livre de OGM, vegano e feito com ingredientes orgânicos isentos de glúten.

Como nasceu a Loliware

A invenção das duas designeres foi estimulado por seu amor ao Jell-O, uma sobremesa à base de gelatina. Chelsea e Leigh entraram em uma competição do Jell-O em 2010 e foram inspiradas em utilizar o Jell-O como uma sobremesa moldada. Como designers industriais, as duas amigas queriam fazer algo mais funcional, no entanto, e começaram a desenvolver copos coloridos e translúcidos que podiam ser ingeridos após o uso ou compostados.

Elas finalmente encontraram um substituto da gelatina pelo ágar à base de algas marinhas pela sua natureza estrutural, sabor e de uso vagano. o ágar é insípido e inodoro e pode ser aromatizado em uma variedade de formas.

O primeiro sabor que elas fizeram para seus copos foi o de Citrus porque ele combina com muitas bebidas de verão, mas atualmente, um de seus copos best-sellers em Nova York e Los Angeles é aromatizado com chá verde de matcha. Outros sabores incluem cereja ácida e baunilha de Madagascar. Chelsea e Leigh usam adoçantes naturais, ingredientes orgânicos e a cor e sabor são derivados de frutas e legumes. Os copos tem sabor de fruta embora menos doces.

Quando a fabricante de vodka Absolut fez a encomenda de 60.000 copos de ágar para uso em um concerto ao ar livre, as designers perceberam que esse projeto poderia se transformar em um negócio. Chelsea e Leigh formaram uma parceria para avançar e levantaram mais de US$ 10.000 através de uma campanha em 2011 no Kickstarter mas na época sua empresa se chamava Jelloware.

Depois de levantar mais dinheiro, as duas designers estão agora vendendo seus copos comestíveis e estão pensando em expandir a sua linha de produtos como uma garrafa de ágar.


Na Bulgária Start-up apresenta copos comestíveis como uma outra alternativa para substituir copos e reduzir os resíduos plásticos.

O novo copo incorpora várias das tendências que preocupam as empresas do setor de alimentos, como a atenção cada vez maior dos consumidores com o impacto ambiental dos produtos que consomem e a busca por simplicidade.

Empresas iogurte e restaurantes de café estão buscando maneiras de reduzir as pegadas deixadas pelas suas embalagens, e muitos restaurantes e operações de serviços de alimentação estão usando materiais recicláveis em seus negócios.

Fonte: Estadão e Estylo Urbano

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Biblioteca Kandinsky da França, disponibilizou para download gratuito alguns livros da Escola Bauhaus, são 9 publicações em formato pdf, um marco importante na digitalização de publicações essenciais, porém difíceis de se obter para o uso público.

O conjunto deste material em alta qualidade tem cerca de 1 GB, caso tenham interesse em fazer o download de todo material disponibilizado em um único arquivo ZIP, basta clicar aqui.

Ou se preferir baixar um a um em PDF, clique aqui.

Um dos aportes mais valiosos para o mundo do design certamente se deu pelas contribuições da Escola Bauhaus, que foi fundada em 1919 na cidade de Weimar, Alemanha, pelo arquiteto alemão Walter Gropius. Seu objetivo central era um conceito radical para época: reimaginar o mundo material para refletir a singularidade de todas as artes.

Gropius explicou sobre esta visão da união de artesanato, arte e tecnologia no Programa des Staatlichen Bauhauses Weimar (1919), que descreveu uma aliança que combina arquitetura, escultura e pintura em uma única expressão criativa. Gropius desenvolveu um currículo que faria artesãos e designers serem capazes de criar objetos úteis e bonitos, adequados a este novo sistema.

Para aqueles que não sabem, o design gráfico e o design industrial foram desenvolvidos na escola Bauhaus, como a chamada arquitetura moderna. Apesar de ter durado apenas 14 anos (os nazistas a fecharam em 1933), é considerada a escola mais influente da arte do século 20.

Na Bauhaus alunos participavam de aulas de metalurgia, cerâmica, carpintaria, impressão gráfica, publicidade, fotografia, escultura em pedra e madeira, pintura em paredes e até mesmo teatro.
Existem livros sobre arquitetura, fotografia e até mesmo jornais Bauhaus. Estas jóias foram escritas pelo pintor russo Kazimir Malevich, o arquiteto holandês e modelador Jacobus Oud e até mesmo pelo fundador da escola, Walter Gropius.

Durante os anos da Segunda Guerra Mundial, muitas das figuras-chave da Bauhaus emigraram para os Estados Unidos, onde o seu trabalho e as suas filosofias de ensino influenciaram gerações de jovens arquitetos e designers. Marcel Breuer e Josef Albers lecionou em Yale, Walter Gropius foi para Harvard, e Moholy-Nagy criou a New Bauhaus em Chicago, EUA, em 1937.

Download completo, clique aqui.

Arquivos Separados Individualmente, clique aqui.

Fonte: Model Home Magazine 

 

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O Tema da 19ª edição do evento é “Visões do Amanhã”. Uma oportunidade para apresentar propostas que influenciem a industria a pensar em projetos que possam proporcionar a melhoria da saúde e qualidade de vida das pessoas, usando o design como agente de transformação para desenvolvimento econômico, social e ambiental sustentável.

Concurso proporciona aos vencedores um ano de estágio na área de Design da Volkswagen do Brasil.  As inscrições vão até 02 de julho e a Premiação ocorrerá em 10 de outubro.

A Volkswagen inicia nesta semana as inscrições do concurso “Talento Design”, que oferece aos vencedores a oportunidade de estagiar por um ano no departamento de Design da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP), vivenciando e participando do dia a dia dos profissionais que desenvolvem os automóveis da marca. As inscrições foram abertas nesta segunda-feira 22 de maio e podem ser realizadas até o dia 02 de julho – o estudante deverá fazer o download da ficha cadastral pelo site www.volkswagen.com.br/design e encaminhá-la, preenchida e com um memorial descritivo do projeto, para o e-mail talentovwdesign@volkswagen.com.br.

O concurso destina-se aos estudantes universitários, maiores de 18 anos, matriculados em 2018 no último ano do curso de: Desenho Industrial com habilitação em Projeto de Produto e/ou Programação Visual; ou Design de Produto; ou Design Gráfico; ou Design de Interiores e Acabamentos; ou Moda; ou Arquitetura em Instituições de Ensino Superior registradas no Ministério da Educação (MEC).

O tema da 19ª edição do evento é “Visões do Amanhã”, que desafia os candidatos a imaginar como será um novo modelo Volkswagen que valorize a conexão do homem com a natureza e com a tecnologia em um futuro próximo.

Shape Design e Color&Trim

O “Talento Design” oferece quatro vagas de estágio em duas modalidades: Shape Design (três vagas) e Color&Trim (uma vaga). A categoria Shape Design é a área do design que desenvolve novos conceitos estéticos do produto, aliando-os diretamente com sua funcionalidade e a integração com os anseios do consumidor.

Os profissionais de Color&Trim cuidam sobretudo de potencializar a inter-relação de usuário e automóvel. Entre suas atividades estão o desenvolvimento de cores e acabamentos para externos e internos, elaborar figurinos para bancos, revestimentos, logotipos e apliques gráficos e texturas para diferentes superfícies.

Na primeira etapa do concurso, serão selecionados 20 projetos de Shape Design e 10 de Color&Trim, cujos autores farão uma visita à fábrica da Volkswagen, onde passarão por entrevistas e provas de aptidão. Do grupo inicial, serão escolhidos 10 finalistas de Shape Design e cinco de Color&Trim, que no dia 10 de outubro farão defesa final de seus projetos e a apresentação dos protótipos.

Fonte: www.vw.com.br 

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Andrea Macruz é formada em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, e concluiu o mestrado em Arquitetura Biodigital na Universitat Internacional de Catalunya (ESARQ-UIC), em Barcelona. Trabalhou em alguns escritórios de arquitetura, incluindo o de Massimiliano Fuksas Architetto, em Paris e o Marcio Kogan, em São Paulo. Além disso, expôs trabalhos em eventos internacionais como a Brazil S/A, o “Salone Satellite” na feira do Móvel em Milão em 2015 e 2014, a feira MADE a Milano e a Bienal de Arquitetura de Pequim de 2008.

Está entre os Palestrantes da Conferência Design para Vida, Ed. São Paulo, 2017

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Ricardo Martins é consultor empresarial, especializado em inteligência de mercado (BI), inovação em processos, gestão de projetos, de marcas e de negócios. Além disso, também é professor de marketing e design na Universidade Federal do Paraná, com mestrado em Design. Possui formação como Black Belt Lean Six Sigma aplicado a design de serviços. Foi premiado no Samsung Design Latin Awards e Prêmio Apple de Criatividade, entre outros. Também é pesquisador no Communication Research Institute (Austrália), membro do Grupo de Planejamento do Paraná, do International Institute of Information Design (Áustria) e foi jurado por duas vezes no prêmio de Design ClearMark Awards, nos EUA. Também atua como palestrante em design, comunicação e inovação, no Brasil, Estados Unidos e Itália.

Está entre os Palestrantes da Conferência Design para Vida, Ed. São Paulo, 2017
Design e Poder – O motivo oculto pelo qual projetos de inovação fracassam

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É gestor cultural formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Santa Catarina (2012), onde desenvolveu diversos projetos de produção cultural e pesquisas sobre políticas de financiamento à cultura pelo Observatório da Realidade Organizacional (2010-2012). Em 2013 integrou a equipe da Fundação CERTI coordenando projetos de inovação e economia criativa em Santa Catarina. Já em 2014 foi convidado a assumir a assessoria especial da secretaria municipal de cultura de São Paulo e, posteriormente, ingressou no Ministério da Cultura (2015-2016) para chefiar a equipe da assessoria especial do Ministro.
Atualmente lidera a área de Novos Negócios da Spcine – Empresa de Cinema e Audiovisual de São Paulo, onde coordena projetos como o SPVOD – uma plataforma de vídeo por demanda focado em cinema brasileiro; e o LEIA – Laboratório de Experimentação e Inovação do Audiovisual.  

Está entre as Participações Especiais da Conferência Design para Vida, Ed. São Paulo, 2017

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Mestre em Liderança Criativa pela Berlin School of Creative Leadership – Escola para a qual ganhou bolsa com sua proposta de tese: “O crescimento do valor das marcas através da valorização das mulheres”. Estudou Design na School of Visual Arts em NY por bolsa de excelência na graduação. Diretora de Relações Institucionais da ABEDESIGN – Associação Brasileira de Empresas de Design. Curadora de conteúdo da Semana Design Rio promovida pelo jornal O Globo das edições 2016 e 2017. Fundou a RedBandana Consultoria de Branding em 1997, onde atua até hoje como CEO atendendo a clientes como: L’Oréal, Essilor, Shell, Accor Hotels, Pernod Ricard, British Council, Total Petroleo e Log-In Logística Intermodal. Professora de Pós-Graduação de Webdesign na Puc-Rio e Professora responsável pelo Bloco de Design Thinking da Escola de Comunicação e Design Digital da Infnet-Rio. Co-criou com Exchange 4 Change e Forum for the Future o Manifesto do Design na Economia Circular lançado na Semana Design Rio, O Globo em 2016.

Está entre os Palestrantes da Conferência Design para Vida, Ed. São Paulo, 2017

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Engenheira Química (UFRJ) com mestrado em Gestão Ambiental (Surrey University) na Inglaterra, onde trabalhou por 10 anos com setores governamental e privado. De volta ao Brasil, trabalhou na cadeia do plástico e, com a responsabilidade pelas ações de sustentabilidade do plástico verde da Braskem, trouxe a discussão de economia circular para o Brasil no contexto da Indústria Quimica. Em Junho de 2015 lançou a Exchange4Change Brasil, 1a plataforma global de troca de conhecimento que visa impulsionar a economia circular no Brasil. Realizou o 1o OSCE Days no Brasil em parceria com o IED-Rio – evento de inovação aberta que aconteceu em 35 países ao mesmo tempo com o objetivo de unir equipes multidisciplinares para rever valores, repensar processos produtivos e redefinir o design de produtos e serviços. Através de colaboradores internacionais – Forum for the Future – e parceiros locais – Red Bandana – vem promovendo a discussão junto a designers, engenheiros, técnicos e profissionais da indústria criativa sobre a visão do design circular. Recentemente lançou junto ao consulado da Holanda e a FIRJAN o primeiro livro de economia circular em portugues materializando o aprendizado desta troca de conhecimento.

Está na Programação “Expandida” da Conferência Design para Vida, Ed. São Paulo, 2017

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